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Meu livro: Autismo Esperança Pela Nutrição

Meu livro: Autismo Esperança Pela Nutrição
Disponível no www.submarino.com.br

Fotos de Receitas do livro. Todas são diferentes das do blog.

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Salada da Sorte com Lentilhas e Linguiça!

Reza a lenda que quem deseja dinheiro e fartura no ano novo deve incluir um prato de lentilhas na ceia de Réveillon.
A tradição secular de comer os saborosos grãos na refeição de 31 de dezembro foi trazida para o Brasil por imigrantes europeus. 

Acredita-se que a associação de lentilha e dinheiro tenha sido feita por causa de seu formato redondo e achatado semelhante ao de uma moeda.
 Crendices à parte, eis um alimento e tanto para começar o ano.
 Rica em proteínas, ferro e vitamina B2, representava, desde os primórdios, um componente básico na dieta dos povos do Oriente Médio, onde teria surgido. A baixíssima taxa de gordura - de apenas 0,6% - faz com que os nutricionistas se empenhem em valorizá-la e introduzi-la nas dietas modernas. 
Em sua composição, encontram-se ainda fibras e antioxidantes. Uma das mais nobres leguminosas secas, a lentilha teve tal importância no passado que foi usada inclusive como farinha, substituindo o trigo.

  Ainda que você não acredite em superstições, vale fazer uma fezinha. Prepare um prato de lentilhas e tenha um ano novo grandioso!

Texto extraído do site:  
http://bemfeitinho.net/site/conteudo/205550-reveillon-faltam-6-dias-para-2012.html



Salada de Lentilhas com Linguiça:

- Linguiça fina artesanal a gosto (a receita pedia linguiça calabresa, mas como todas tem glutamato, eu só uso linguiça artesanal mineira)

- 3 xícaras de lentilhas cozidas al dente

- 3 tomates sem pele e sem sementes cortado em cubinhos

- 1 xícara de azeitonas verdes em rodelas

- 2 cebolas em anéis finos

- 2 colheres das de sopa de vinagre

- 4 colheres das de sopa de azeite

- Sal e salsinha picada a gosto

Modo de fazer:

1º Frite a linguiça, escorra em papel absorvente e reserve.

2º Em uma vasilha misture a lentilha com os ingredientes restantes. Adicione a linguiça e leve a geladeira atéo momento de servir.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Pudim de Panetone!


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Já passamos o Natal e a expectativa agora é para a ceia do Reveillon!
Quando fui às compras para o Natal, comprei a Revista Ana Maria edição 550 e, especialmente duas receitas, me deu muita vontade de fazer: pudim de panetone (facilmente adaptada ao panetone do blog) e salada da sorte com lentilhas.
As duas farão parte da minha mesa de Reveillon e compartilho-as com vocês!

Pudim de Panetone Sem Glúten:

- 4 xícaras de panetone picado bem compactado na xícara

- 2 xícaras de leite de côco

- 1/2 xícara de água

- 1 xícara de açúcar

- 4 ovos grandes

- 1/2 colher de chá de canela em pó.

Modo de fazer:

- Unte uma forma redonda para pudim com 22 cm de diâmetro com calda de açúcar

- Pré-aqueça o forno em temperatura média e aqueça água para o banho-maria.

- Em uma tigela, coloque o panetone de molho no leite de côco. Desmanche o panetone com as mãos com cuidado. Não pode bater no liquidificador para não desmanchar as frutas cristalizadas.

- Bata os ovos no liquidificador com o açúcar e a canela. Junte à vasilha do panetone. Mexa com cuidado para formar uma massa homogênea.

- Coloque na forma preparada e leve ao forno em banho-maria com a água aquecida por cerca de 50 minutos ou até assar e ficar firme.

- Deixe esfriar antes de desenformar. Leve à geladeira para gelar e sirva com mais calda.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Bolinho de Bacalhau Sem Glúten e Sem Ovos!



Bolinho de bacalhau combina com o Natal, é ou não é?
Desde que me entendo por gente, ele é presença garantida nas ceias da minha família.
Quando olhamos na internet, há dezenas de receitas diferentes para esta iguaria deliciosa. Para fazer essa postagem, dei uma pesquisada nas imagens de bolinhos e para cada imagem que abria, lá estava uma receita diferente.
Mas o que pude notar é que todas sem excessão tinham ovos. Algumas farinha de rosca, outras farinha de trigo. Na minha época de buffet, minha receita levava ovo e farinha de mandioca. Hoje não posso usar nem uma coisa, nem outra e além disso, minha mãe que sempre fez os bolinhos para a ceia, este ano me encarregou da tarefa. Tive que reinventar o bolinho.
Outra coisa comum é a grande quantidade de bacalhau e pouca quntidade de batata. Venhamos e convenhamos, o bacalhau é muito caro e portanto, o prato precisa render! Imagina como uma receita dessas sairia cara para uma festa!

Espero que esta receita ainda chegue a tempo para o seu Natal!


Bolinho de Bacalhau Sem Glúten e Sem Ovos:

- 500 g de bacalhau (eu uso bacalhau vendido em lascas)

- 1 e 1/2 Kg de batata inglesa

- 1/3 de xícara de azeite

- 1/3 de xícara de cebola desidratada em flocos

- Cheiro verde picadinho a gosto, eu gosto de muito!

- 3/4 de xícara de farinha de arroz.


Modo de fazer:

1º Coloque as lascas de bacalhau de molho por 4 hs, mudando a água a cada hora. Leve ao fogo para cozinhar por 5 minutos após abrir fervura. Escorra, deixe esfriar e esprema firme com as mãos para retirar toda a água retida. Reserve a água do cozimento.

2º Cozinhe as batatas com casca na água do cozimento do bacalhau. Deixe esfriar e esprema-as.

3º Misture todos os ingredientes até formar uma massa homogênea.

4º Faça bolinhos no formato que desejar e frite-os em óleo quente até dourar. Sirva em seguida.

OBS:

- A massa pode ser feita no dia anterior e permanecer em geladeira. Na hora é só moldar os bolinhos e fritar.

- Você pode congelar os bolinhos crus, mas é preciso fritá-los congelados.

- Se a massa ficar muito salgada, rale uma batata grande e crua. Esprema-a bem para retirar todo o líquido e junte-a a massa. A batata crua absorve o excesso de sal. Experimentei e aprovei!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O Glúten pode estar te matando!

Achei esta matéria muito esclarecedora e bateu logo a vontade de traduzir e passar a informação em português. Espero que vocês gostem!

Original no link:

http://www.huffingtonpost.com/dr-mark-hyman/gluten-what-you-dont-know_b_379089.html



Algo que você está comendo pode estar matando você, e você provavelmente não sabe mesmo!

Se você comer cheeseburgers ou batatas fritas todo o tempo ou beber seis refrigerantes por dia, você provavelmente sabe que está encurtando sua vida. Mas comer uma agradável, crocante e escura fatia de pão integral - como pode ser ruim para você?

Bem, o pão contém glúten, uma proteína encontrada no trigo, cevada, centeio, espelta, kamut e aveia. Ele está escondido em pizzas, massas, pão, wraps, salgadinhos e na maioria dos alimentos processados. Claramente, o glúten é um problema na dieta americana.

O que a maioria das pessoas não sabem é que o glúten pode causar sérias complicações de saúde para muitos. Você pode estar em risco, mesmo se você não tem doença celíaca desenvolvida.

Na postagem de hoje eu quero revelar a verdade sobre o glúten, explicar os perigos, e fornecê-lo com um sistema simples que irá ajudá-lo a determinar se o glúten é ou não um problema para você.

Os perigos do glúten

Um estudo grande e recente no Journal of the American Medical Association constatou que as pessoas com doença celíaca diagnosticada, não diagnosticada, e "latente" ou sensibilidade ao glúten tinha um maior risco de morte, principalmente de doenças cardíacas e câncer. (I)

Este estudo analisou quase 30,00 pacientes 1969-2008 e examinou mortes em três grupos: aqueles com doença celíaca diagnosticada, aqueles com inflamação do intestino, mas sem diagnóstico de doença celíaca, e aqueles com doença celíaca latente ou sensibilidade ao glúten (anticorpos ao glúten elevado, mas biópsia intestinal negativa).

Os resultados foram dramáticos. Houve um aumento de 39 por cento no risco de morte em pacientes com doença celíaca, 72 por cento aumentaram o risco em pacientes com inflamação intestinal relacionada ao glúten, e 35 por cento aumentaram o risco em pessoas com sensibilidade ao glúten, mas sem doença celíaca.

Este pesquisa é pioneira e prova que você não precisa ter doença celíaca com uma biópsia intestinal positiva (que é o pensamento convencional dos médicos) para ter sérios problemas de saúde e complicações - até mesmo a morte - por comer glúten .

No entanto, estima-se que 99 por cento de pessoas que têm problema em comer glúten nem sequer sabem disso. Eles atribuem a sua doença ou sintomas a alguma outra coisa - e não a sensibilidade ao glúten, que é 100 por cento curável.

E aqui está uma notícia mais chocante ...

Outro estudo comparando o sangue de 10.000 pessoas de 50 anos atrás, para 10.000 pessoas de hoje constatou que a incidência de diagnóstico de doença celíaca aumentou 400 por cento (anticorpos elevados TTG) durante esse período de tempo. (Ii) Se vimos um aumento de 400 por cento em doenças cardíacas ou câncer, isso seria manchete. Mas não ouvimos quase nada sobre isso. Vou explicar o que eu acho sobre este aumento. Primeiro, vamos explorar o custo econômico dessa epidemia oculta.

Problemas com glúten não diagnosticados custam uma fortuna ao sistema americano de saúde. Dr. Peter Green, professor de Clínica Médica do Colégio de Médicos e Cirurgiões da Universidade de Columbia estudou todos os 10 milhões de assinantes do CIGNA e descobriu que aqueles que foram corretamente diagnosticados com a doença celíaca, usaram menos os serviços médicos e reduziram os seus custos de cuidados de saúde em mais de 30 por cento . (Iii) O problema é que apenas um por cento das pessoas com o problema foram realmente diagnosticadas. Isso significa que 99 por cento estão andando por aí sofrendo sem saber, custando ao sistema de saúde milhões de dólares.

E não é apenas alguns que sofrem, mas milhões. Muito mais pessoas tem sensibilidade ao glúten do que você pensa - especialmente aqueles que são doentes crônicos. A forma mais grave de alergia ao glúten, doença celíaca, afeta uma em cada 100 pessoas, ou três milhões de americanos, a maioria deles não sabem que eles têm. Mas as formas mais leves de sensibilidade ao glúten são ainda mais comuns e podem afetar até um terço da população americana.

Por que você não ouvimos falar muito sobre isso?

Bem, na verdade você tem, mas você simplesmente não percebe isso. A doença celíaca e sensibilidade ao glúten é mascarada como dezenas e dezenas de outras doenças com nomes diferentes.

Sensibilidade ao glúten: Uma Causa, muitas doenças

Um artigo de revisão no The New England Journal of Medicine listou 55 "doenças" que podem ser causadas pela ingestão de glúten. (Iv) Estas incluem a osteoporose, doença do intestino irritável, doença inflamatória do intestino, anemia, câncer, fadiga, aftas, (v) e artrite reumatóide, lúpus, esclerose múltipla, e quase todas as outras doenças auto-imunes. Glúten também está ligado a muitas doenças psiquiátricas (vi) e neurológicas, incluindo ansiedade, depressão, (vii) a esquizofrenia, (viii) a demência, (ix) a enxaqueca, epilepsia e neuropatia (danos nos nervos). (X) Ele também tem sido associado ao autismo. (Ix)

Nós costumávamos pensar que os problemas com glúten ou doença celíaca fossem confinados às crianças que tivessem diarreia, perda de peso e déficit de crescimento. Agora nós sabemos que você pode ser velho, gordo e constipado e ainda assim ter a doença celíaca ou sensibilidade ao glúten.

Sensibilidade ao glúten é realmente uma doença auto-imune que cria a inflamação por todo o corpo, com amplos efeitos em todos os sistemas orgânicos, incluindo o cérebro, coração, articulações, trato digestivo, e muito mais. Pode ser a única causa por trás de muitas diferentes "doenças". Para corrigir essas doenças, é preciso tratar a causa - que muitas vezes é sensibilidade ao glúten - não apenas os sintomas.

Claro, isso não significa que todos os casos de depressão ou doença auto-imune o qualquer um desses outros problemas são causados
​​pelo glúten em todos - mas é importante olhar para ele se você tem alguma doença crônica.


Ao não identificar a sensibilidade ao glúten e doença celíaca, criamos sofrimento desnecessário e morte para milhões de americanos. Problemas de saúde causados
​​por sensibilidade ao glúten não podem ser tratados com a melhor medicação. Eles só podem ser resolvidos através da eliminação de 100 por cento do glúten de sua dieta.

A pergunta que fica é: Por que estamos tão sensíveis a este ítem indispensável de nossa dieta?


Há muitas razões ...

Eles incluem a nossa falta de adaptação genética para gramíneas, e particularmente glúten, em nossa dieta. O trigo foi introduzido na Europa durante a Idade Média, e 30 por cento das pessoas de ascendência européia têm o gene para a doença celíaca (HLA DQ2 ou HLA DQ8), (xii) o que aumenta a suscetibilidade a problemas de saúde de comer glúten.

Cepas americanas de trigo tem um teor de glúten muito maior (que é necessário para fazer pães leves fofos e bagels gigantes) do que as tradicionalmente encontradas na Europa. Este super-glúten foi recentemente introduzido no nosso suprimento de alimentos agrícolas e agora tem "infectado" quase todas as variedades de trigo nos Estados Unidos.

Para descobrir se você é um dos milhões de pessoas que sofrem de uma sensibilidade ao glúten não identificada, basta seguir este procedimento simples.

A dieta de eliminação / Reintrodução
Embora exames possam ajudar a identificar a sensibilidade ao glúten, a única maneira garantida para saber se este é realmente um problema para você é eliminar todos os produtos com glúten por um curto período de tempo (2-4 semanas) e ver como se sente. Livrar-se dos seguintes alimentos:

• O glúten (centeio, cevada, aveia, espelta, kamut, trigo, triticale -. Www.celiac.com para ver uma lista completa de alimentos que contêm glúten, bem como fontes muitas vezes surpreendentes e escondidas de glúten)

• Fontes escondidas (misturas de sopa, saladas, molhos, bem como batom, algumas vitaminas, medicamentos, selos e envelopes que você tem que lamber, e até mesmo massinha e modelar.)

Para este teste funcionar, você deve eliminar 100 por cento do glúten de sua dieta - sem exceções, sem glúten escondido, e nem uma migalha de pão.

Depois coma-o novamente e veja o que acontece. Se você se sentir mal em tudo, você precisa ficar fora de glúten de forma permanente. Isso vai lhe ensinar melhor do que qualquer teste sobre como o glúten tem impacto sobre seu corpo.

Mas se você ainda estiver interessado em testar, aqui estão algumas coisas para manter em mente.

Testes de sensibilidade ao glúten ou doença celíaca

Existem testes de alergia ao glúten / doença celíaca que estão disponíveis através de alguns laboratórios. Todos estes testes ajudam a identificar várias formas de alergia ou sensibilidade ao glúten ou trigo. Eles vão olhar para:

• IgA anti-gliadina

• IgG anti-gliadina

• IgA anti-endomísio

• anticorpos transglutaminase tecidual (IgA e IgG em casos questionáveis)

• Total de anticorpos IgA

• HLA DQ2 e DQ8 genotipagem para a doença celíaca (usado ocasionalmente para detectar susceptibilidade genética).

• biópsia intestinal (raramente necessária se os anticorpos ao glúten são positivos - com base na minha interpretação do estudo recente)

Quando você começar estes testes, há algumas coisas para manter em mente.

Sob a luz das novas pesquisas sobre os perigos da sensibilidade ao glúten, sem doença celíaca plena, considero qualquer elevação de anticorpos significativa e digna de uma prova de eliminação de glúten. Muitos médicos consideram anti-gliadina elevada, na ausência de uma biópsia intestinal positiva, que os danos são "falsos positivos". Isso significa que o teste parece positivo, mas realmente não é significativo.

Não podemos mais dizer isso. Positivo é positivo e, como acontece com todas as doenças, há um continuum de doença, da sensibilidade ao glúten leve a doença celíaca plena. Se seus anticorpos estão elevados, você deve parar com o glúten e testar para ver se ele está levando a seus problemas de saúde.

Então agora você vê - aquele pedaço de pão não pode ser tão saudável depois de tudo! Siga os conselhos que eu compartilhei com vocês hoje para saber se o glúten pode ser a causa oculta de seus problemas de saúde. Simplesmente eliminar este substância insidiosa de sua dieta, pode ajudar você a atingir saúde vibrante ao longo da vida.

Isso é tudo por hoje. Agora eu gostaria de ouvir de você ...

Você é um dos milhões que têm sido levados a acreditar que o glúten é perfeitamente seguro para comer?

Como os alimentos que contêm glúten parecem afetá-lo?

Que dicas você pode compartilhar com outras pessoas sobre a eliminação de glúten de sua dieta?

Por favor, deixe-me saber a sua opinião postando um comentário abaixo.

Para a sua saúde boa,

Mark Hyman, MD


Referências

(I) Ludvigsson JF, Montgomery SM, Ekbom A, Brandt L, Granath F. histopatologia pequeno-intestinal e risco de mortalidade na doença celíaca. JAMA. 2009 16 de setembro; 302 (11) :1171-8.

(Ii) Rubio-Tapia A, Kyle RA, Kaplan EL, Johnson DR, Page W, F Erdtmann, Brantner TL, Kim WR, Phelps TK, Lahr BD, Zinsmeister AR, Melton LJ 3, Murray JA. Aumento da prevalência e mortalidade da doença celíaca não diagnosticada. Gastroenterologia. 2009 Jul; 137 (1) :88-93

(Iii) Verde PH, Neugut AI, Naiyer AJ, Edwards ZC, Gabinelle S, Chinburapa V. Benefícios econômicos de diagnóstico aumentado de doença celíaca em um nacional conseguiu atendimento da população nos Estados Unidos.
J Med Insur. 2008; 40 (3-4) :218-28.

(Iv) Farrell RJ, Kelly CP. Doença celíaca. N Engl J Med. 2002 Jan 17; 346 (3) :180-8. Revisão.

(V) Sedghizadeh PP, Shuler CF, Allen CM, Beck FM, Kalmar JR.
A doença celíaca e estomatites recorrentes: um relatório e revisão da literatura. Oral Surg Oral Med Oral Pathol Oral Radiol Endod. 2002; 94 (4) :474-478.

(Vi) Margutti P, Delunardo F, auto-anticorpos Ortona E. associados com transtornos psiquiátricos. Curr Neurovasc Res. Maio de 2006, 3 (2) :149-57. Revisão.

(Vii) Ludvigsson JF, Reutfors J, U Osby, Ekbom A, Montgomery SM. Celíaca doença e risco de transtornos do humor - um estudo de coorte de base populacional geral. J Affect Disord. 2007 Apr; 99 (1-3) :117-26. Epub 2006 06 de outubro.

(Viii) Ludvigsson JF, Osby U, Ekbom A, Montgomery SM. Celíaca doença e risco de esquizofrenia e psicose outros: um estudo de coorte população em geral.
Scand J Gastroenterol. 2007 fev; 42 (2) :179-85.

(Ix) Hu WT, Murray JA, Greenaway MC, Parisi JE, Josephs KA.
Declínio cognitivo e doença celíaca. Arch Neurol. 2006 Oct; 63 (10) :1440-6.

(X) Bushara KO. Neurológica apresentação da doença celíaca. Gastroenterologia. 2005 Apr; 128 (4 Suppl 1): S92-7. Revisão.

(Xi) Millward C, Ferriter M, S Calver, Connell-Jones G. glúten - e caseína dietas livres para o transtorno do espectro autista. Cochrane Database Syst Rev. 2004; (2): CD003498. Revisão.

(Xii) PH Green, Jabri B. A doença celíaca. Lancet. 2003 02 de agosto; 362 (9381) :383-91. Revisão.
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