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Meu livro: Autismo Esperança Pela Nutrição

Meu livro: Autismo Esperança Pela Nutrição
Disponível no www.submarino.com.br

Fotos de Receitas do livro. Todas são diferentes das do blog.

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terça-feira, 18 de outubro de 2011

Alergia Cerebral ou Autismo?



O primeiro médico que falou sobre alergia alimentar e sensibilidade química como causa de doenças crônicas ou reações adaptativas metabólicas causadas por interação maladaptativa a produtos ambientais, é da década de 30.


Em 2007 eu incluí uma forma de tratar o autismo de meu filho junto as terapias: uma intervenção nutricional com exclusão de glúten, caseína e alguns aditivos químicos.
Comecei este tratamento alimentar por influência dos pais de grupos de apoio na internet.
Nesta época e até pouco tempo, nada sabia sobre alergia com manifestação no sistema nervoso central.

Em quatro anos compreendi muitos dos comportamentos de meu filho, ele teve uma melhora significativa no seu quadro de autismo com a exclusão destes alimentos altamente alergênicos e pró-inflamatórios e por tudo isso escrevi um livro: Autismo Esperança pela Nutrição.

Mesmo assim, em alguns momentos ele tinha alterações de comportamento sem nenhuma explicação plausível, mas como no geral seu quadro tinha melhorado, não dava importância a estes momentos.

Lembro que na noite de lançamento do meu livro, uma amiga que foi me prestigiar, comentou que seu menino mesmo em dieta, algumas vezes apresentava alterações comportamentais como antes e sem ter nenhum furo ou consumo de glúten ou leite.

Falei que conosco isto também acontecia e que já tinha desistido de entender: o importante pra mim era que o quadro geral tinha melhorado.

Um mês depois meu filho fez uma convulsão. Isto me mostrou que ainda havia riscos e não era momento para relaxar. O que estava acontecendo?

Minha cabeça deu um nó! E mais horas e horas de pesquisa vieram para que eu entendesse o que ainda estava faltando.

Foi então que eu descobri a alergia cerebral e a avalanche de sintomas que esta condição provoca.

Fiquei estarrecida com o quanto os sintomas podem ser facilmente confundidos com os sintomas de autismo ou o agravamento do seu quadro.


Nesta época, tudo o que achei sobre o tema foi em inglês, de postagem à livros.

Retomando as pesquisas na internet para escrever esta postagem, fiquei feliz de ver que um ano e meio depois já encontramos coisa em português em pelo menos um site :)

A alergia ou intolerância pode se manifestar em qualquer sistema metabólico.

A alergia cerebral é a que se manifesta no sistema nervoso central. Ocorre de forma adaptativa, o corpo vai se moldando ao agressor incorporando reações crônicas e progressivas, ou seja, a alergia cerebral provoca alterações no comportamento, nas emoções e na personalidade do indivíduo.

Ela varia em estágios do leve ao severo e estes estágios podem evoluir rapidamente ou demorar anos e décadas, dependendo exclusivamente da interação do paciente com o ambiente.

Estas reações gradativas podem ser hipo ou hiper.

Como no autismo o que vemos mais comumente são as reações hiper, são estas as que colocarei aqui:


1º Estágio: Tenso, rígido, falador, argumentativo, sensibilidade extrema, flushing (manchas ou marcas vermelhas pelo corpo, mais comum no rosto e tórax) acompanhado de suor excessivo, suor frio, insônia.


2º Estágio Agressivo, ansioso, medroso, apreensivo, alteração brusca de temperatura corporal, fome e sede excessiva, alterações bruscas de humor, risadas histéricas.


3º Estágio: Perturbado, agitado, acelerado, irritado. Pensamentos e comportamentos obsessivos, espasmos musculares, convulsões e pode ocorrer alteração da consciência.



Um fato muito interessante é que geralmente os pacientes que recebem diagnóstico de alergia do SNC normalmente eram crianças com reações alérgicas comuns e conhecidas na 1ª infância. Parece haver uma migração de sintomas de um sistema metabólico para outro. A sua alergia não curou, houve apenas uma mudança de sintomas.


Dr. William Philpott, psiquiatra que tratava seus pacientes do ponto de vista alérgico e nutricional em sua clínica, escreveu em seu livro: Brain Allergies que há um viés comum para todos os transtornos orgânicos cerebrais: leia-se doenças neurológicas e psiquiatricas => a contaminação numa fase crítica do desenvolvimento cerebral (gestação e 1ª infância) por vírus da família do herpes:


- Citomegaluvírus, epstein-barr e herpes tipo 6.

Coincidência ou não, meu filho tem histórico de alergia respiratória (bronquite asmática)até os 3 anos de idade e é portador do citomegalovírus, além de ter alta quantidade de anticorpos para rubéola até hoje já na fase adulta, o que não é normal.

Através das pesquisas, leituras e avaliação criteriosa do efeito dos alimentos no meu filho, concluí que ele tem autismo e como comorbidade: alergia alimentar grave com manifestação no SNC.

O autismo dele é uma coisa, a alergia alimentar é outra, muito mais difícil do que seu autismo em si.
E o que ocorre com ele pode estar ocorrendo com milhares!
Os sintomas de alergia cerebral são facilmente camuflados ou confundidos com os sintomas de autismo.

Através de anotações, consegui chegar a uma tabela de alimentos alergênicos para ele e ao nível de comprometimento que estes alimentos provocam:

Os alergênicos: alho, chia, aveia, quinua, corantes de todos os tipos, inclusive o amarelo natural de curcúma, açafrão e frutas amarelas como manga e mamão => em grau 5.


Tremor nas mãos, batimento cardícaco acelerado, flushings no rosto, dilatação da pupila, constante estado de alerta, agitação motora (movimentação constante, flappings e steemings) e vocal com ecolalia repetitiva, desconcentração e enurese noturna que dura 1 dia a 3 dias.


Os alergênicos: mandioca, glúten, leite, ovo e fermento biológico => em grau 7:


Tremor nas mãos, batimento cardícaco acelerado, flushings no rosto, dilatação da pupila, constante estado de alerta, agitação motora (movimentação constante, flappings e steemings) e vocal com ecolalia repetitiva, desconcentração, enurese noturna e diurna que dura 5 dia a 7 dias. Tudo em maior intensidade.


Fenóis: Uvas, beries (mirtilos, morangos, framboesas, açaí), tomates, chocolate, cítricos, chás e ervas => Grau 10:

Tudo junto em potência maior e mais: enurese noturna e diurna, auto-agressão, alteração bipolar (hora chorando, hora risadas histéricas) com duração de 7 a 10 dias.


Para exemplificar estas reações e os níveis de comprometimento que elas provocam, filmei meu filho num momento de alteração comportamental de nível 5 (o mais brando) provocado pelo consumo de alho, alimento que ele não pode consumir.



É interessante também salientar que o comportamento que parece normal no autismo, na verdade é resultado de reação alérgica no SNC.

Afastando o agressor, é possível proporcionar uma qualidade de vida maior ao paciente pelo maior aproveitamento das terapias e atividades de vida diária e social.

Para complementar o meu texto, deixo aqui o link do site que comentei em português sobre o tema:



http://luizmeira.com/cerebral.htm

Vale a pena ler os links que o autor da tradução também indica.





Abraços fraternos.

14 comentários:

  1. Olá,Cláudia, que excelente matéria! Estou copiando para meu blog também, ok? Abçs, Glaucia.

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  2. Olá Cláudia,
    Sou mãe do Lucas, diagnosticado autista com 2 anos e quatro meses,onde desde então faço a dieta livre de gluten,caseína e aditivos quimicos. Hoje está com 4 anos. Lendo a sua postagem, tive uma dúvida, os sintomos de autismo são similares a alergias alimentares, correto? Por isso vejo muitas crianças saírem do espectro apenas iniciando a dieta. Com o meu filho não foi assim e hoje já não sei o que o fez melhorar, tratamento ou dieta... Porém ele ainda não fala e tem sintomas autistas... Enfim, como mãe tenho medo que ele saia da dieta e piore, porém as vezes ele come algo na escola e não estou observando reação nenhuma. Quando puder, por favor entre em contato comigo, gostaria de mais informações e tirar essas dúvidas, meu e-mail: michellafranca@ig.com.br
    Blog: www.soumaedeautista.blogspot.com.br
    Um grande abraço e parabéns pela garra e amor!!!

    Michella

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  3. Oi Claudia,
    Gostei muita da matéria e vi muitas coisas bem parecidas com o comportamento do meu filho. Como você descobriu a qual alimento ele tem alergia e o grau ?

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  4. Olá Cláudia. Sou mãe de um garoto de 7 anos que está no espectro autista, descobri seu blog (que virou uma bíblia para mim e outras mães)que ajudou muito não apenas a entrar na dieta, mas continuar nela pois a alimentação social é feita para uma parecela privilegiada da qual temos que nos esquivar.
    O meu filho simplesmente é outro menino após a dieta, e tentando compartilhar como a gente descobre do que a criança é alérgica é tentando... eu faço a dieta junto com ele, primeiro retirei o leite corantes e conservantes, depois o açúcar depois o glúten, cada coisa anotada sistematicamente... é assim somos apenas as mães deles e portanto as maiores especialistas em nossos filhos. Sucesso para todos.

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  5. Cláudia do céu!!!! Sabe qdo vc lê algo e sente arrepiar o corpo inteiro??
    Estamos caminhando para a dieta sem glutem, já que excluímos a caseína.
    Ele faz tratamento no Centro de Suporte Nutricional na UNIFESP desde janeiro, mas não estamos encontrando sucesso.
    Amei o texto, Artur se encaixa perfeitamente nas suas explicações. Vou experimentar. Complicado é na creche mesmo, não sei como fazer a exclusão dos alimentos, já que lá só aceitam com orientação médica.

    Muito obrigada por dividir suas descobertas e conquista conosco.

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  6. Mãe do Artur, uma nutricionista funcional pode te ajudar na escola. Ela pode escrever um documento tipo laudo do que ele não pode.
    Tem várias nutricionistas já fazendo voluntariado em algumas APAES e instituições. Mts delas vão as minhas palestras para conversar comigo sobre os problemas e ganhos que tem presenciado.

    Na página de perguntas frequentes, tem uma cartilha que fizemos para orientação escolar. Está tudo bem mastigadinho.

    Boa sorte!

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  7. Para quem quer descobrir se há reação a alimentos:
    Eu descobri por acaso que ele reagia a outras coisas retirando o ovo.
    Sugiro que vcs tirem por duas semanas os maiores alergênicos em potencial:
    glúten, leite, ovos, soja, milho e castanhas em geral.
    Vejam se o quadro fica melhor.
    Se não ficar, estendam para um mês.
    Depois testem o alimento suspeito um de cada vez, uma única vez a cada semana e vejam se reagem.
    Se reagirem e depois que o comportamento voltar a estabilizar, testem o mesmo alimento mais duas x em épocas diferentes para confirmar.
    Os outros alimentos vão aparecendo aos poucos já que o quadro vai ficando bem mais estável.
    Qualquer alteração fica mais visível.

    Abçs

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  8. Cláudia, descobri teu blog (maravilhoso) por acaso, pesquisando dietas hipoalergênicas, pois minha filhinha (que ainda vai fazer 4 meses dia 2/11) tem alergia alimentar e ainda mama. Pois bem, no começo o quadro dela era insônia (dormia no máximo 6h por dia, o q é bastante incomum para recém nascidos) e era muito irritada. Depois começaram os sintomas gastrintestnais, tive que ir cortando quase tudo da minha dieta, até o ponto que ficou insustentável pra mim, isenta de qualquer tipo de proteína, fosse animal ou vegetal, e comecei a passar mal, e ela sempre voltava a manifestar os sintomas (todos de uma vez). Desmamei ela este domingo, mas isso tá me doendo demais..

    Mas queria te fazer uma pergunta: tem como essa alergia alimentar dela manifestar sintomas neurais? Sabes me dizer se essa insônia e irritabilidade te a ver? pq parece que os pediatras são despreparados demais.. por enquanto ela tá exclusivamente no neocate, mas quando ela começar a querer comer, não sei o que fazer...

    beijos

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  9. Oi Anap, sim, estes sintomas podem ser de alergia.

    Abçs

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  10. quando vc disse que sabia das alergias do mauricio só de observar fiquei com medo de não saber fazer isso,eu estava reversando pro meu filho,leite de côco com leite de soja,só que o comportamento dele tava insurpotavel,quando um dia por acaso a noite o leite de soja acabou e eu fiz o mingal dele só com leite de côco...Pela manhã ja percebi a diferença quando ele acordou depois das 7hs isso pra mim aqui em casa já é tarde :)observei o dia todo um ótimo conportamento de detalhes que só nós mães percebemos,não dei mas leite de soja e ele se conporta bem á tres dias:)brigaduuuu

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  11. Oi Claudia! Meu nome é Anapaula e esta é a 1ªvez q escrevo sobre meu filho Arthur. Ele tem 1ano e 5meses e seu desenvolvimento está dentro dos padrões. Porém, desde os 7meses (quando começou a comer alimentos sólidos) ele vem apresentando convulsões. Venho conversando com os médicos e tentando alertá-los para algo na alimentação, mas eles dizem que é muito difícil a convulsão estar associada a parte alimentar. Com 11 meses ele já tinha feito 1tomo, 2ressonâncias e 2eletros (um deles com duração de 12horas) e, em nenhum dos exames foi detectado qualquer problema. Mas, por medo, e por não saber o que fazer, comecei o tratamento com anticonvulsivante. Bem, no sábado, estávamos em uma festinha de aniversário, ele estava superanimado, feliz, correndo de um lado para outro, e experimentou alimentos diferentes, quando repentinamente teve uma convulsão. Sua temperatura elevou-se rapidamente, de 36,7º a 37,5º em aproximadamente 5minutos. Entrei com um diazepan sublingual para interromper a crise q durou aproximadamente 4minutos (que pareceram 4dias). Depois da crise ele soltou muitos gases,evacuou e dormiu, sua temperatura caiu para 36,6º. Quando acordou estava ótimo, como se nada tivesse acontecido. Não sei que médico proucurar. Moro em Niterói e gostaria de saber se você conhece algum médico aqui no Rio que possa me orientar. Obrigada pela sua ajuda e PARABÉNS por essa iniciativa.

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    Respostas
    1. Ana Paula, eu suspeitaria logo de alergia alimentar, mas estive pedindo ajuda a amigos médicos e já tive algumas respostas:

      Existem inúmeras possibilidades que devem ser avaliadas como hipoglicemia reativa, tumores suprarenais, intolerâncias alimentares, deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase (G-6-PD), deficiência da MCAD, etc.
      No Rio temos muitos pediatras excelentes, e em Niterói sugiro procurar PATRICIA SANTOS BRANDAO ALVES (CRM 62971-5). Informe-se no CRM que eles podem informar o número do consultório.
      Espero ter ajudado...
      Abraços


      Dr Eduardo Almeida 2612-0698

      8817-0698 Clinica na Medicina
      Integrada esparo que ajude .È de N

      Niterói

      Abraços


      Clínica de Gastroenterologia e Alergia Prof Aderbal Sabra
      Rua Visconde de Pirajá, 330 lj 311
      Ipanema - Rio de Janeiro - RJ

      Espero ainda receber mais orientações.
      Vamos conversando e pro favor, me mantenha informada!
      Adoraria acompanhar todo o desenrolar o caso.

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  12. Oi Claudia. Muito obrigada pelo seu interesse e ajuda. Tentei localizar a Dra. Patricia, mas não tive sucesso. Hoje pela manhã, depois de ler seu blog, marquei uma consulta com um alergista (Dr. José Laerte), não sei se vc conhece. Bem, não falei antes, mas o Arthur teve a 1ªcrise em Julho, com 7meses. Me recordo q na véspera brincamos e ele ria muito. Não apresentava nenhum sintoma de gripe, mas, depois da crise quando o levei para emergência, a médica disse q poderia ser uma virose já que apresentava o nariz escorrendo, irritabilidade e temperatura 37,4º. Antes já havia conversado várias vezes com o pediatra sobre as intensas cólicas q ele sentia, mas ele sempre dizia q era normal. Não me recordo ao certo q tipo de alimento estava dando ao Arthur naquela época. Em outubro, ele voltou apresentar convulsão (2 no mesmo dia, ambas com febre baixa 37,4) e ficou internado 1semana (quando teve outra), avaliaram meningite,tumor cerebral e realizaram 1eletro. Em novembro ele teve uma nova crise e em dezembro mais outra durante uma infecção na garganta. Mesmo com o médico afirmando q não tinha lógica, deixei de dar alimentos verdes-escuros (couve e brócolis)e desde então ele não tinha apresentado mais nenum problema. A única vez q o Arthur vomitou foi com uns 8meses depois de tomar Noripurum(remédio de ferro). No sábado, como relatei,a temperatura subiu rapidamente, mas fiquei pensando será q isso não aconteceu nas vezes anteriores??? Porque a temperatura foi a mesma. O Arthur havia tomado uma mamadeira, jantado e depois q começou a provar pizza, quiche de chocolate e um churros. Ele já provou chocolate, pudim e não teve nada. Mas outra coisa q percebi, é q se dou um refresco com açúcar, ele tem cólica. Desculpe o "TESTAMENTO", mas sabe com é uma mãe deseperada fala, digo, escreve demais. Mais uma vez OBRIGADA pelo interesse.

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    Respostas
    1. Ana Paula, a médica de meu filho entrou em contato, ela é uma excelente pediatra e vcs vão chegar a uma conclusão.
      Ela disse que pode ser erro inato de metabolismo e vcs devem fazer um rastreamento.
      Este é o recado dela:
      "Prefiro vê-lo junto com a Célia Ruth no nosso grupo de rastreamento de erro inato de EIM. Peça para ela ligar para 24328333 e marcar com a Dra Célia Ruth Berditchevski por indicação minha (Dra. Georgia Menezes da Fonseca) para rastreio de Erros Inatos.

      Bom... se não for, ela será apta a continuar um trabalho com vcs.
      Abçs

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Obrigada mais uma vez :)

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